Em um movimento sem precedentes, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado por forças militares dos Estados Unidos na madrugada de 3 de janeiro de 2026, segundo relatos de agências internacionais e declarações oficiais de Washington.
A operação teria ocorrido em Caracas, capital venezuelana, como parte de uma ação planejada pelo governo dos EUA, comandado pelo presidente Donald Trump. Após a detenção, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram transferidos para os Estados Unidos, onde devem responder a acusações federais por narcotráfico e crimes relacionados.
Como foi a operação
De acordo com as primeiras informações, a ação envolveu tropas especializadas e foi concluída rapidamente, levando à prisão de Maduro sem a realização de um amplo conflito aberto. A estratégia ainda está sendo detalhada por autoridades americanas e internacionais.
Cargos e acusações
Maduro foi indiciado nos EUA por tráfico de drogas, narcoterrorismo e crimes relacionados a armas, em um processo que vinha sendo preparado há meses pelas autoridades americanas.
Reações internacionais
A captura provocou uma série de respostas do cenário global:
EUA — Autoridades celebraram a detenção como um passo para a justiça e segurança hemisférica.
Venezuela — Líderes chavistas e o governo venezuelano reagiram com veemência, denunciando a ação como uma violação do direito internacional e da soberania nacional.
Espanha e outros países — Foram registrados protestos e críticas diplomáticas ao que alguns líderes classificaram como um ataque aos princípios da ONU.
Maduro vinha enfrentando forte pressão internacional e uma série de sanções econômicas e políticas, principalmente dos Estados Unidos e da União Europeia, que o acusam de corrupção, repressão política e fraude eleitoral. Antes desta operação, o governo dos EUA havia oferecido uma recompensa recorde por sua captura.
O que está por vir
O caso deverá evoluir nos tribunais federais dos EUA, onde Maduro enfrentará acusações formais. Especialistas em direito internacional e diplomacia alertam para as implicações jurídicas e geopolíticas dessa operação, que pode redefinir relações entre Estados Unidos, América Latina e organizações multilaterais.
